De Jaques Wagner (PT) a Ciro Gomes (PDT): nossa tarefa principal é construir pontes que possibilitem a maior unidade do campo progressista. Faltou acrescentar: QUE FODEU O BRASIL. Ex-governador Wagner é apontado como possível substituto de Luiz Inácio Lula da Silva na eleição presidencial de 2018, caso Lulalau não possa ser candidato, impedido pela justiça que já o condenou, ATÉ AGORA, a 9 anos e 6 meses de cadeia por roubo do dinheiro público. Wagner faz que desconhece, mas está com um pé (os dois, melhor dizendo) na Lava Jato, como integrante da relação do Odebrecht.
Jornalista, escritor, professor, marqueteiro e cientista político. Vinte anos de experiência em jornalismo. Experiência em marketing, publicidade e propaganda, como diretor-sócio de agência. Atualmente, trabalha a divulgação de dois livros: um romance, chamado “O FANTASMA DO PADRE”, publicado pela editora Autografia, sediada no Rio de Janeiro, e uma publicação independente que faz um estudo sobre os ditados populares ou provérbios, desenvolvido em parceria com o deputado federal cearense Roberto Pessoa: “OS DITOS SÁBIOS - A verdade que o povo consagrou”. Conclui mais dois livros, um sobre a história política do Nordeste/Brasil, já denominado de Vidas Cruzadas, e o livro dois do romance de ficção “Orgulho e solidão”. Coordenou ainda o livro “O HOMEM QUE FEZ UM RIO”, que abordou o trabalho de construção do Canal do Trabalhador, feito pelo então governador Ciro Gomes (1993). Fez também a edição do livro: “DE REPENTE CANTORIA”, uma coletânea de versos e repentes dos maiores cantadores viola do Brasil, de Geraldo Amâncio e Vanderley Pereira (1995).