HÁ MUNIÇÃO SUFICIENTE TRAMITANDO NAS DUAS CASAS: CPI OU CPMI DOS CORREIOS E DO INSS, PEDIDOS DE IMPEACHMENT, PLs E PECs QUE REGULAM ATOS MONOCRÁTICOS, A POSSIBILIDADE DE SUSPENSÃO E ANULAÇÃO DE DECISÕES DO STF E QUE FIXA EM 8 ANOS OS MANDATOS DE MINISTROS DO STF.


Depois de alguns problemas de saúde, estamos de volta e com maior vigor e vontade de lutar pela vida, pela justiça e por meu país, ameaçado por uma ditadura togada.

Enquanto me recuperava, cansei de ver nas redes sociais – não vejo mais TV – as denúncias de roubos no governo Lula da Silva.

É desesperante, meu Deus, testemunhar a nossa impotência.

É terrivel assistir a justiça maior do brasil, o STF, punir, ou mais que punir, executar uma vingança, que só Deus sabe a razão, contra o povo brasileiro e o segmento conservador da política.

Esse mesmo STF, sobretudo com Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, fecha os olhos, desavergonhadamente, aos desmandos e roubalheiras dos governantes do PT e aliados, com raras exceções, todos ladrões que já nem mais disfarçam seus atos infratores.

Dos anos finais do século vinte e nas duas primeiras décadas do século vinte e um, o Brasil degenerou na política, nos costumes e notadamente na conduta moral.

Os donos do poder, o maior tempo (quase 20 anos), passou a pregar, negando o passado, a impunidade e acoitar abertamente o crime organizado, o narcotráfico e o saque descarado ao erário do país, como atesta o caso mais absurdo da roubalheira do governo Lula da Silva – refiro-me ao caso dos aposentados do INSS, que recebem um miséria, na sua grande maioria.

Nem parece que o líder dessa insanidade, Lula da Silva, em parceria com a cega justiça do STF, antes de ser eleito presidente (2003-2011) fazia esse discurso, que você poder no final deste texto. Veja também o discurso que era feito no STF.

E se do lado da ciranda do roubo e da impunidade o céu é o limite, do lado da resistência à essa ditadura, nada é possível fazer, e mesmo responder. Tudo é derrubado, com o discurso fraudulento de antidemocrata

O cutelo tirânico do STF ameaça cortar o pescoço de quem se arriscar a colocar a cabeça fora, ou mesmo a língua.

O poder Legislativo, o maior dos poderes da República, porque representa o povo, com seus presidentes do Senado – Davi Alcolumbre, e da Câmara - Hugo Motta, mantém os pés dos dois lados.

Somente alguns dias depois, diante de explícita desmoralização da câmara federal – caso da decisão da imputabilidade do deputado, delegado ramagem, que engloba acusados da desordem, transformada em atos do golpe do 8 de janeiro/23, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro –, o presidente Hugo Motta esboçou uma comportada reação.

À declaração de imputabilidade do deputado ramagem (artigo 53, § 3º, da cf/88), decisão aprovada por 315 (dos 513 deputados), foi derrubada, no dia seguinte, pela primeira turma do STF - Cristiano Zanin (presidente), Alexandre de Moraes, Luiz Fux (tem sido voz discordante), Flávio Dino e Cármen Lúcia.

Agora, a Câmara Federal e o Senado engolem a desmoralização, aceitando de vez a ditadura togada (e “venezualiza” o Brasil), ou lançam bem alto o grito de independência.

E não é só. A Câmara e o Senado têm mais munição para enquadrar o STF e o governo Lula, colocando no pescoço deles o cutelo que eles mantêm contra os parlamentares da direita, os conservadores.

Há pedidos de impeachment sobrando de ministros do STF – contra Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e também contra o ministro presidente Roberto Barroso.

Também há pedidos de CPIs para apurar o caso do INSS, inclusive de CPMI, que reúne integrantes das duas casas – Senado e Câmara Federal.

Existem também projetos de lei e propostas de emenda à Constituição em tramitação no Congresso Nacional, que visam regular o Supremo Tribunal Federal (STF), como a limitação de decisões monocráticas, a possibilidade de suspensão e anulação de decisões do STF, por parte do Congresso, e a definição de mandatos fixos para os ministros do Supremo - oito anos, por exemplo. Seria uma maravilha para o Brasil e os brasileiros.

É a vez de Congresso defender o povo que o elegeu, e há munição de sobra.

Só espero que não falte o principal: coragem.